CAMPEONATOS
Brasileiro de Enduro FIM: Quarta etapa em Aracruz – ES
No último fim de semana rolou a quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM, aqui no estado mesmo, em Aracruz. Válida como rodada dupla, a etapa contou com grande público e foi muito elogiada pelos pilotos. O trajeto de 37 quilômetros foi segmentado em três especiais, sendo que cada competidor deveria cumprir três voltas por dia no percurso, o ponto mais difícil foi o Extreme Teste, com trilhas de chão duro com muitas pedras e subidas íngremes. O piloto da casa, Bruno Crivilin foi grande destaque, vencendo as disputas do sábado e seguiu mantendo a liderança no domingo. Porém, na ultima volta, durante o cross teste, sua moto apresentou problemas mecânicos, o que abriu espaço para o português Luis Oliveira virar o jogo e levar a quarta etapa. Resultados – 4ª etapa Enduro GP 1 – Luís Oliveira 2 – Rômulo Bottrel 3 – Ian Blythe 4 – Vinícius Calafati 5 – Júlio Ferreira E1 1 – Luís Oliveira 2 – Ian Blythe 3 – Patrik Capila E2 1 – Júlio Ferreira 2 – Diego Colett 3 – Bruno Crivilin E3 1 – Rômulo Bottrel 2 – Gustavo Pellin 3 – Nicolas Rodriguez EJúnior 1 – Vinícius Calafati 2 – Vinícius Luis Lopes da Silva 3 – Gabriel Soares E4 1 – Tiago Wernersbach 2 – Jaime Zorzal 3 – Flavio Volpi E35 1 – Nielsen Bueno 2 – Diogo Andrade 3 – Oriel Casagrande Neto E40 1 – Jomar Grecco 2 – Jober Zambaldi 3 – Cassiano Tebaldi E45 1 – Sandro Hoffmann 2 – Pélmio Simões 3 – Laurindo Zatorski Filho E50 1 – Levi Tesch 2 – Francisco Felner 3 – Luiz Alberto Croce EAmador 1 – Willian Palandi 2 – Elder Zucolloto 3 – Augusto Benvenutti Classificação do campeonato Enduro GP 1 – Luís Oliveira – 191 2 – Rômulo Bottrel – 132 3 – Júlio Ferreira – 132 4 – Bruno Crivilin – 132 5 – Gustavo Pellin – 107 E1 1 – Luís Oliveira – 200 2 – Loandro Anton – 152 3 – Patrik Capila – 117 E2 1 – Júlio Ferreira – 176 2 – Diego Colett – 160 3 – Bruno Crivilin – 141 E3 1 – Rômulo Bottrel – 183 2 – Gustavo Pellin – 183 3 – Rigor Rico – 122 EJúnior 1 – Vinícius Luis Lopes da Silva – 177 2 – Gabriel Soares – 170 3 – Willian Dalmonech – 148 E4 1 – Tiago Wernersbach – 191 2 – Jaime Zorzal – 173 3 – Guilherme Borges – 56 E35 1 – Nielsen Bueno – 195 2 – Diogo Andrade – 140 3 – Anderson Vieira – 113 E40 1 – Cassiano Tebaldi – 182 2 – Luciano de Lima – 128 3 – Jomar Grecco – 50 E45 1 – Pélmio Simões – 180 2 – Marcos Benvenutti – 150 3 – Júlio Cesar Lemos – 137 E50 1 – Roberto Theodoro – 124 2 – Luiz Carlos de Barros – 82 3 – Cleber Sacramento – 50 EAmador 1 – Willian Palandi – 200 2 – Augusto Benvenutti – 86 3 – Roberto Theodoro –...
read moreBrasileiro de Motocross: Foi dada a largada para a temporada 2017
Depois de muitas indefinições entre datas e sedes,no último fim de semana, finalmente teve início o Campeonato Brasileiro de Motocross 2017. O local escolhido para a abertura foi o mesmo que encerrou o campeonato 2016, o Centro de Exposições de Cornélio Procópio (PR). O cronograma do evento que previa corridas de cinco das 11 categorias da competição no sábado, sofreu alteração e apenas duas categorias correram: MX3 e 50cc. Como esperado, a bateria da MX3 foi a mais movimentada do dia. João Paulo Camargo fez o holeshot, mas lo Daniel Pessanha “Federal” assumiu a liderança levando com ele Jhonatan Batista. William Guimarães que recebeu uma punição de 20 segundos, ainda antes da largada, por receber assistência do mecânico na preparação do gate, logo entrou na briga, e imprimindo um ritmo mais forte entre todos, superou um a um os adversários a frente, e conquistou a vitória. A corrida da 50cc teve amplo domínio de Felipe Marques.Matheus Lemes, Lucas Correi da Silva, Gustavo Torres e Francisco de Paula completaram os cinco primeiros colocados. No domingo o principal destaque foi o domínio de Dudu Lima na classe MX1. Apesar de não ter feito uma boa largada, conseguiu recuperar posições e brigar pela liderança já na segunda curva. Ao fim da primeira volta conseguiu a liderança e a manteve até o fim, seguido por Jetro Salazar, Carlos Campano, Paulo Alberto e Matiss Karro. Após uma reunião técnica entre diretoria de prova e pilotos a segunda bateria da categoria foi adiada para a Etapa de Campo Grande. O motivo foi medida de segurança para os próprios pilotos, por conta do sol já estar ´baixo´ e prejudicar a visibilidade dos mesmos. MX2 Depois de passar quase um mês nos Estados Unidos, onde pontuou em três de quatro baterias disputadas no AMA Motocross, Gustavo Pessoa voltou com o cabo enrolado para a abertura do Campeonato Brasileiro. Dominou as duas baterias, a primeira com uma vantagem de 53 segundos e a segunda com 26. Leonardo Souza e Pepê Bueno, da equipe estreante Kawasaki/Pro Tork/Balbi, tiveram bons resultados e subiram no pódio na segunda e terceira posição, respectivamente. Fabio santos ficou com o quarto lugar, seguido por João Pedro Pinho Ribeiro. Na classe MX2 Junior, que correu junto com a MX2 e foi retomada nesta temporada, Leonardo Nunes (2-1) foi o vencedor seguido de Tallys Nathan (1-2) e Leonardo Cassarotti (4-2). 65cc Rafael Becker, de dez anos, dominou a corrida da categoria 65. O catarinense assumiu a dianteira no comecinho e, após abrir vantagem, administrou a liderança com cuidado para não cometer erros. Garmichel Rodrigues, Gustavo Abraão, Gabriel dos Santos e Athalo Araújo completaram o pódio. Junior Na categoria Junior o domínio foi de Bruno Schmitz que, como se diz por aí, ganhou com a moto no chão, evitando os grandes pulos. Com uma tocada eficiente, abriu 18 segundos sobre Keven Ikeda, segundo colocado. Fechando os cinco primeiros tivemos Joaquim Antonio Neto, João Pedro de Freitas e Rodolfo Bicalho MX4/MX5 Valter Tardin liderou as duas primeiras voltas. Logo depois Guimarães assumiu a ponta, mas não demorou muito para o catarinense Chumbinho ultrapassar o paranaense e abrir vantagem na primeira posição. Tardin completou a prova em terceiro, seguido de Erivelto Nicoladelli e Vagner Lachi. MXF Maiara Basso era a favorita na categoria feminina e...
read moreMundial de Motocross: WMX consagra nova vencedora na Holanda
As novas caras do Mundial de Motocross, assim como tem ocorrido na categoria principal MXGP, mostram cada vez mais força também entre as mulheres da classe WMX. O GP da Europa, concluído nesta segunda-feira em Valkenswaard, Holanda, fortaleceu este cenário, já que até o momento, com quatro baterias realizadas nas duas provas da temporada até aqui, a atual campeã Kiara Fontanesi e a vice Livia Lancelot ainda não venceram. Nancy Van de Ven, piloto da casa, conquistou a vitória no GP. À vontade no circuito de areia, a holandesa venceu a primeira bateria, disputada ontem, com boa vantagem sobre Fontanesi. A italiana, por sua vez, teve trabalho para manter Lancelot e a líder do campeonato Courtney Duncan na terceira e quarta colocações. A belga Amandine Verstappen fechou a corrida na quinta colocação. A segunda bateria, realizada sob condições mais difíceis devido a chuva, complicou as coisas para Fontanesi que caiu pouco depois da metade da prova e não pontuou. A neozelandesa Courtney Duncan, que dominou a abertura da temporada, voltou a ditar o ritmo e venceu com bons 25 segundos de vantagem sobre Lancelot e com isso manteve a liderança na classificação geral. Van de Ven, na terceira posição, conquistou os pontos necessários para faturar o GP, enquanto Verstappen foi a quarta e a irlandesa Natalie Kane a quinta. O calendário feminino do Mundial de Motocross conta agora com um bom intervalo, já que a terceira etapa será disputada somente no dia 8 de maio em Teutschenthal, na Alemanha. Vídeos Resultados: Fonte: MotoX.com.br – Foto:...
read more3ª etapa – Valkenswaard – Holanda
Com sua tradicional prova na segunda-feira de feriado a Holanda sediou o MXGP da Europa no temido circuito de Valkenswaard. A areia já foi domínio quase que exclusivo dos locais holandeses e belgas, mas a coisa mudou de uma década para cá e a maioria dos pilotos do campeonato passa um bom tempo testando e treinando na região da fronteira. Aliás, muitas das equipes oficiais têm sua base nesse pedaço da Europa onde não faltam boas pistas. Como a areia é uma disciplina obrigatória para os aspirantes ao sucesso no campeonato, hoje temos pilotos de várias nacionalidades dominando o terreno. A vitória pode cair com um italiano, francês, alemão, inglês ou esloveno e isso não surpreende mais ninguém. Exceto na classe MX2, onde ainda temos o fenomenal Jeffrey Herlings cujo o habitat natural são os circuitos arenosos. O cara se sente em casa e quanto mais fofo melhor. Herlings alcançou a notória marca de 50 vitórias em GPs ao dominar absoluto as duas baterias em Valkenswaard. Na primeira, sob chuva, foi cauteloso e chegou “apenas” 50 segundos a frente de seu companheiro de equipe Pauls Jonass. Na segunda corrida botou em prática toda a sua arte abrindo nada menos que 1min20seg do mesmo Jonass. Isso porque passeou na última volta cumprimentando os fãs. “Foi um final de semana excelente. Fomos rápidos em todos os treinos e fiz três boas largadas. Isso é importante nessa pista, especialmente com a chuva pesada que caiu na primeira bateria. Na segunda bateria fiz o holeshot e fui embora. Estou muito satisfeito com minha tocada e grato por vencer. Já estou de olho no próximo GP”, disse Herlings. Além da 50ª vitória Herlings também comemora a invencibilidade no campeonato já que venceu as seis baterias disputadas marcando todos os possíveis 150 pontos. Volto a repetir, seu maior e único adversário este ano é ele mesmo. Fazendo apenas o arroz com feijão não tem como perder esse título. Se por um lado permanecer na MX2 foi bom na questão de marcas e recordes pessoais – o rapaz tem apenas 21 anos e não é segredo para ninguém que bater as marcas de Stefan Everts estão em seus objetivos – algo me diz que ele perde tempo correndo de 250cc. Os resultados de Romain Febvre e Tim Gajser mostram que Herlings já poderia estar se dando bem na MXGP, principalmente com a opção da KTM350 que exigiria pouquíssimo tempo de adaptação. Por outro lado tenho certeza que muito piloto de 450 está feliz pelo holandês permanecer na classe de baixo. MXGP – Prova disputadíssima marca a segunda vitória de Febvre na temporada Se na MX2 temos um favorito absoluto, na MXGP todas as possibilidades estão abertas. O equilíbrio por enquanto prevalece e nem mesmo ser o mais rápido e vencer com boa vantagem numa bateria garante vida tranquila na corrida seguinte. Foi assim com o esloveno Tim Gajser que assumiu a liderança na primeira bateria e administrou a corrida. Chegou a sofrer pressão do alemão Max Nagl nas últimas voltas quando a chuva apertou, mas respondeu com uma boa arrancada e conseguiu abrir novamente na volta final com uma margem de cinco segundos. Interessante notar que esta é a primeira temporada realmente profissional de Gajser. O piloto de apenas 19 concluiu os estudos no ano passado e finalmente pode se...
read morePaulo Alberto vence segunda etapa do Campeonato Português de Motocross
Depois de disputar a abertura do Arena Cross no Brasil, o português Paulo Alberto viajou até a sua terra natal onde foi o destaque da segunda etapa do Nacional de Motocross. Em uma das mais tradicionais pistas de Portugal, em São Quintino, circuito com mais de três décadas de história, o campeonato reuniu 79 competidores no domingo de Páscoa. Nas principais classes, MX1 e Elite, Paulo Alberto foi dominante conquistando a vitória nas duas corridas. Com o atual campeão Hugo Basaúla em um dia instável, com quedas e fora do pódio, pode-se dizer que, de certa forma, desastroso para sua ambição de renovar os títulos, Alberto encontrou em Sandro Peixe, piloto que assumiu a liderança do campeonato nas duas classes, o principal adversário. Peixe – campeão da MX2 em 2015 – está em sua primeira temporada nas 450cc, mas parece já estar perfeitamente adaptado às motocicletas maiores. Outro destaque do evento foi Luis Correia, que no dia anterior venceu o Enduro de Vila de Rei e foi quarto na bateria da MX1, logo atrás de Basaúla, e depois ainda fechou o pódio na corrida da Elite. Agora o campeonato segue para Marinha das Ondas, única pista de areia do calendário, onde no dia 10 de abril será disputada a terceira etapa da temporada. Resultados Elite 1º Paulo Alberto – Honda, 25 pontos 2º Sandro Peixe – Honda, 22 3º Luis Correia, Beta, 20 4º Diogo Graça – Husqvarna, 18 5º Pedro Carvalho – Yamaha, 16 MX1 (soma das baterias MX1 + Elite) 1º Paulo Alberto – Honda, 50 pontos 2º Sandro Peixe – Honda, 44 3º Luis Correia – Beta, 38 4º Hugo Basaúla – Kawasaki, 38 5º Miguel Gaboleiro – Suzuki, 32 MX2 (soma das baterias MX2 + Elite) 1º Pedro Carvalho – Yamaha, 47 pontos 2º Diogo Graça – Husqvarna, 43 3º Luis Oliveira – Yamaha, 42 4º Jorge Leite – Honda, 36 5º Sérgio Garcia – KTM, 34 Campeonato Elite 1º Sandro Peixe, 44 pontos 2º Hugo Basaúla, 40 3º Miguel Gaboleiro, 34 4º Pedro Carvalho, 34 5º Diogo Graça, 32 MX1 1º Sandro Peixe, 91 pontos 2º Hugo Basaúla, 85 3º Miguel Gaboleiro, 72 4º Rui Rodrigues, 63 5º Jonathan Rodriguez, 59 MX2 1º Pedro Carvalho, 94 pontos 2º Diogo Graça, 86 3º Luis Oliveira, 78 4º Sérgio Garcia, 76 5º Jorge Leite, 70 Fonte: MotoX.com.br – Fotos:...
read moreBrasileiro de Rally Baja – 3ª e 4ª etapas – Ilha Comprida (SP)
Com mais de 60 veículos inscritos entre Motos, Quadriciclos e UTVs, a 9ª edição do Rally da Ilha largou no último fim de semana, dias 19 e 20 de março, em Ilha Comprida (SP). A prova foi válida pelas terceira e quarta etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2016. Em dois dias, foram percorridos aproximadamente 240 quilômetros de especiais entre trechos cronometrados e deslocamentos. Durante o sábado foram três especiais cronometradas, contando com o Prólogo (circuito composto de três quilômetros), já no domingo foram mais duas especiais cronometradas. O piso foi mesclado com terra batida, poças d’água, retas em trecho rápidos e areia fofa, que exigiu jogo de cintura dos pilotos. Segundo Jérémy Dubois, participante entre os quadriciclos, “as especiais eram sensacionais com muitos trechos rápidos e médias de velocidade altas”. As equipes paulistas ditaram o ritmo das trilhas e dominaram o pódio. O vencedor foi o piloto da Kawasaki Ramon Sacilotti (Super Production), com o tempo acumulado de 3h15min49s, seguido por Luiz Fernando Menuzzo (Production Aberta) e José Hélio Rodrigues (Super Production), em segundo e terceiro. Destaque no rally, Sacilotti considerou a prova bastante técnica. “O terreno arenoso exigia bastante do piloto e da moto”, explicou. A tática para sair campeão também foi revelada: “O Rally da Ilha foi fantástico mais uma vez. Consegui imprimir um ritmo bem forte desde o começo, sem cometer erros para sair com a vitória. A prova tem uma característica de bastante areia, que eu gosto muito de andar. Neste domingo, a especial estava mais técnica devido as cavas deixadas pela passagem de ontem”, comentou o piloto de São José dos Campos (SP). Pela categoria quadriciclos quem levou a melhor foi Milton Martens, com o tempo de 3h37m16s, em segundo Jérémy Dubois, líder do campeonato, e em terceiro Luiz Fernando Melo. “Um rali muito bom, na primeira volta tivemos muita água no percurso. Meu concorrente direto, o Jérémy, conseguiu uma boa primeira volta e na segunda passagem de ontem superei com certa vantagem, assim no segundo dia procurei administrar para completar com êxito”, explicou Martens. Entre os UTVs, o lugar mais alto do pódio na geral ficou com Denísio Casarini (PRO), que garantiu também a terceira colocação a geral entre os competidores do Rally da Ilha, com o tempo de 3h20min39s. Na sequência, o paranaense Maurício Neves (PRO) e o paulista Rodrigo Cordaro (Turbo). “Foi uma disputa acirrada entre os primeiros colocados, a diferença foi bem pequena para o segundo colocado. Agora que venha a próxima!”, finalizou Casarini. A próxima passagem do Brasileiro de Rally Baja será em Botucatu (SP) no Rally Cuesta Off Road, nos dias 21 e 22 de maio. Antes ainda, alguns pilotos estarão presentes nas terceira e quarta etapas do Brasileiro de Rally Cross Country entre os dias 21 e 24 de abril, no Rally RN 1500, no Rio Grande do Norte. Resultados do Rally da Ilha 2016, após dois dias: Motos 1) 3 Ramon Sacilotti (SP), SPR, 3h15min49s 2) 3 Luiz Fernando Menuzzo (SP), PDA, 3h19m57s 3) 19 José Hélio Rodrigues (SP), SPR, 3h20min54s 4) 12 Otávio Hort Filho (SC), SPR, 3h27min24s 5) 15 Josemar Ferro (SP), MAR, 3h32min24s Quadriciclos 1) 113 Milton Martens, São Bento do Sul (RS), 3h37m16s 2) 134 Jérémy...
read moreCopa EFX Brasil – 1ª etapa – Shopping SerrAzul – Itupeva – SP
Cumprindo a promessa, a Copa EFX Brasil de Enduro abriu a temporada 2016 neste domingo (20) com uma prova de altíssimo nível. Em um dia de muito calor, mais de 200 pilotos disputaram a primeira etapa do campeonato no Shopping SerrAzul, a sede mais tradicional do calendário, em Itupeva (SP). Quatro voltas de aproximadamente 40 quilômetros, com um Cross Teste e dois Enduros Testes inéditos, desafiaram os competidores pelas famosas trilhas da região. A sequência de provas – cinco estão programadas para este ano – começou bem para Bruno Crivilin, que faturou a categoria Elite e a Geral. Com o resultado positivo, o capixaba que confirmou a participação na abertura em cima da hora já pensa em disputar toda a temporada. “Foi muito bom participar da primeira etapa da Copa EFX. Eu e minha equipe decidimos essa semana que viríamos. Vim com a intenção de ganhar, como todos, e consegui vencer a Elite e a Geral. Agora é sentar e conversar para decidir se vamos fazer todo o campeonato, mas acredito que sim”, revelou Crivilin. “As especiais estavam bem legais. Muito rápidas e ao mesmo tempo travadas com trechos técnicos. Enfim, a prova ficou bacana demais”, concluiu o líder do campeonato, que completou a prova em 1h01min58seg. Rômulo Bottrel terminou o dia na segunda colocação e reconheceu o bom desempenho do adversário. “”Foi a típica abertura da Copa EFX no Shopping SerrAzul. Especiais bem legais com trechos travados e abertos. Ainda não encontrei um bom ritmo desde que quebrei a perna ano passado e meus concorrentes estão muito bem. Não Saio 100% satisfeito e espero estar confiante no meu próximo desafio que é a segunda etapa do Campeonato Brasileiro”, analisou o mineiro Júlio César Ferreira foi o terceiro, enquanto Ronald Santi e Felipe Dias de Aguiar completaram os cinco primeiros da categoria principal. Estreando na E1, Bruno Martins também começou o ano com ótimo ritmo, mostrando foco e determinação. “Não vim aqui para brincar, vim para ganhar. E deu para vencer a minha classe com um pouco de folga. Agora é focar nos treinos e partir para cima”, pontuou o mineiro, campeão da E4 (Nacional Pró) no ano passado. A vice-liderança ficou com Júlio César Zavatti, o Bissinho, seguido de Renan Bueno. Cauê Aguiar faturou a vitória na E2 e almeja nas próximas provas ficar mais próximo do pelotão da categoria Elite. “Começar o ano com vitória é sempre bom, apesar do meu tempo total não ter sido o que eu quero. Estava sem praticar, mas consegui salvar um bom resultado, importante para o campeonato. Agora vou poder treinar mais, quero me aproximar mais do pessoal da Elite. O negócio é continuar andando bem para, quem sabe, no final do ano conquistar o título”, projetou. O trajeto inédito agradou o piloto. “O percurso estava bem misto, tinha trecho travado, com raiz e canaleta, e pontos mais rápidos”, explicou Cauê. Com quase seis minutos de diferença, Luciano de Menezes conquistou o segundo lugar acompanhando de Alexandre Pejon em terceiro. Tranquilidade foi a palavra-chave para Tunico Maciel que faturou a Júnior. “Fiquei muito feliz. Treinei muito e deu resultado. Andei sossegado nas especiais, bem leve mesmo, e consegui me concentrar para fazer uma boa prova, sem muitos...
read more1ª etapa – Jundiaí – SP
Em uma prova marcada por muita disputa e muitas quedas, o Arena Cross abriu a temporada 2016 em Jundiaí (SP) neste sábado (19). A pista de aproximadamente 450m de extensão por 8m de largura foi palco das categorias Pró, MX2, Júnior, 65cc e 50cc. O inglês Adam Chatfield classificou o circuito como “bastante técnico e com muitas canaletas”. Respondendo a uma das tantas interrogações da pré-temporada, a adaptação de Hector Assunção com uma 450cc foi bem-sucedida. Logo no Duelo 1×1 – prova de duas voltas com os dois melhores dos treinos cronometrados – o paulista faturou a vitória, deixando Jean Ramos com a segunda colocação. Com o resultado, Hector Assunção somou um ponto extra na briga pelo campeonato. A novidade foi válida também para os veteranos do Arena Cross. No Duelo 1×1 Ídolos, Jorge Negretti e Rafael Ramos voltaram a se encontrar nas pistas em uma prova que relembrou os velhos tempos. A disputa foi acirrada, mas Negretti – famoso por manter o sangue frio – administrou uma pequena vantagem e foi direto para o topo do pódio. Com duas baterias fortes e alguns revés, a vitória da Pró terminou nas mãos de Adam Chatfield. O inglês saiu na frente na primeira largada, mas logo depois cedeu a ponta para Jean Ramos. Em uma tentativa de resposta, Chatfield e Jean Ramos se encostaram, deixando o caminho livre para Carlos Campano. O espanhol venceu à frente de Chatfield, Paulo Alberto, Jean Ramos e Wellington Garcia, respectivamente. Na segunda bateria, Chatfield saiu mais uma vez na frente, mas encontrou com Jean Ramos determinado a assumir a liderança. Apesar da resistência, o inglês foi ultrapassado e o paranaense abriu vantagem. Wellington Garcia foi o terceiro à frente de Hector Assunção e Dudu Lima. “Estou muito feliz com o resultado. Agora é trabalhar mais para a próxima. A disputa está muito forte esse ano. Tem muito piloto bom. Tem cinco, sete pilotos que podem ganhar. Então estou muito feliz por ganhar a primeira etapa. Vou treinar bastante para conseguir um primeiro lugar”, comentou o inglês. “Acho que esse ano será melhor para mim”. “Foi uma corrida bem difícil. Principalmente a primeira bateria, eu me bati muito com a moto. Peguei a moto essa semana e o cáster é bem diferente. O acerto de suspensão mudou completamente”, explicou Jean. “O Adam me tirou da pista e depois caí. Depois disso, eu falei ‘ah, eu tenho que dar meu melhor’. Na segunda prova, larguei bem e imprimi um bom ritmo. Consegui a vitória. É ótimo começar o campeonato a apenas um ponto da liderança. Espero continuar nessa constante para ser campeão esse ano”, declarou. O saldo da noite foi significativo também para Wellington Garcia, terceiro colocado na classificação geral da categoria. “Faz uns dois, três anos que eu não sabia o que era um pódio do Arena. Aliás, desde 2009, não venço um campeonato Brasileiro ou Arena Cross. Então isso é muito difícil na vida de um piloto e deixa a gente sem confiança. Hoje foi uma prova de consigo acompanhar os meninos, mas tem muito trabalho ainda. Vou voltar para casa e trabalhar mais para melhorar os resultados”, disse o goiano. O espanhol Campano caiu na 12ª volta quando ocupava a sexta posição...
read moreMundial SuperEnduro – 6ª etapa – Madri – Espanha
O Mundial de SuperEnduro chegou à sua final com três fortes candidatos ao título separados por apenas sete pontos. O britânico Jonny Walker (241 pts) liderava seguido dos norte-americanos Colton Haaker (240) e Cody Webb (234). Pela dinâmica do SuperEnduro a proximidade entre o trio não permitia muitas apostas, a não ser que tudo poderia acontecer nas três corridas finais do campeonato na Plaza de Toros de Las Rozas. A decisão foi a mais dramática que se poderia imaginar. O circuito, um dos mais “encardidos” do ano, tinha um trecho fora da visão do público, passando por túneis para sair e entrar na arena. Walker chegou dolorido em Madri, com uma lesão na perna que já prejudicou seu desempenho na República Checa. Mesmo assim conseguiu ser rápido o bastante para marcar um pontinho com o terceiro lugar na Superpole. Robert Tailor foi o segundo mais rápido enquanto Webb marcou uma volta praticamente perfeita, 1,5 segundo mais rápido que qualquer outro. Haaker errou em sua tentativa e ficou apenas com o oitavo tempo. Corridas Embora a atenção estivesse voltada para os três líderes, tinha mais gente disposta a vencer. E foi o polonês Taddy Blasuziak quem se destacou. Após uma temporada marcada por lesões, o pentacampeão da série venceu a Final 1 a frente de Alfredo Gomez. Colton Haaker superou Cody Webb pela terceira posição enquanto Jonny Walker completou apenas em sétimo. Ao longo da noite as chances do britânico viriam a diminuir a cada bateria. A segunda final viu a reação de Webb que alcançou a liderança na fase inicial apesar da ordem de escolha no gate invertida. Conseguiu administrar as voltas finais com cerca de sete segundos de vantagem para Haaker. Blasuziak foi o terceiro colocado e Walker repetiu o frustrante sétimo lugar. Decisão na última volta Haaker alinhou para a Final 3 com apenas dois pontos de vantagem sobre Webb. Seria tudo ou nada. Com uma vitória na bateria Webb conquistaria o título sem depender de resultados dos adversários. Haaker sabia que precisava chegar a frente do conterrâneo. Quando baixou o gate a primeira impressão foi de que os ventos ibéricos sopraram a favor de Webb que sai na liderança enquanto Haaker começou a corrida apenas na nona posição. Mas o piloto da Husqvarna conseguiu uma recuperação impressionante e alcançou Walker nas estágio finais. No momento decisivo ambos os pilotos partiram para o tudo ou nada, a liderança mudou de mãos quatro vezes e Haaker conseguiu a ultrapassagem final a poucas curvas da chegada. O campeão comemorou: “A final em Madri foi mais uma noite de corridas loucas e a decisão da temporada ficou para as últimas curvas das últimas voltas. Passei Cody na última volta e valeu o campeonato. Fiquei super eufórico na hora e tenho certeza que os fãs também ficaram. Esse título significa muito para mim e prova que eu estava pronto para conquista-lo. Apesar das batalhas duríssimas até o fim, eu gostei desse campeonato e mal posso esperar pela próxima temporada.” Vídeo Fonte: MotoX.com.br: Lucidio Arruda – Fotos:...
read moreJomar Grecco supera início difícil e vence Enduro dos Pampas. Vídeos
Apesar de um início difícil, Jomar Grecco venceu a edição 2016 do Enduro dos Pampas, realizado no fim de semana, dias 5 e 6, em São Francisco de Paula (RS) e válido pelo Campeonato Brasileiro de Regularidade. No primeiro dia de prova ele colidiu com uma árvore, incidente que atrapalhou o seu desempenho. A recuperação veio no domingo, quando tudo correu bem para o capixaba. “Foi uma prova de superação. No primeiro dia havia muitas pedras escorregadias, não andei bem. Com 30 minutos eu bati o ombro numa árvore e desconcentrei. Fiquei um pouco traumatizado, mas aos poucos eu fui recuperando e cheguei em terceiro. À noite, eu mediquei e acordei bem melhor no dia seguinte e com concentração total. Venci o dia e também na classificação geral. Estou muito feliz com o resultado”, disse Jomar. Correndo em casa, Erasmo Carlos Klering teve uma participação bastante precisa e foi premiado com o segundo lugar do pódio, mesma colocação que ocupou nos dois dias pelas tilhas gaúchas. O terceiro colocado foi Emerson Loth, o Bombadinho, que assim como o campeão alternou bons e maus momentos. “No primeiro dia bati forte em uma pedra e cortei o pneu, andei as últimas duas horas de prova com pneu furado. Tive bastante cuidado para não sair o pneu do aro e consegui vencer o dia. Já no domingo, sofri um tombo muito forte em uma descida de pedra com apenas 30 minutos de prova e machuquei as duas pernas, segui até o neutro para marcar alguns pontos para o campeonato e de lá não consegui continuar e tive que abandonar a prova”, explicou o paranaense. Outro destaque do circuito nacional da modalidade, o catarinense Guilherme Cascaes atestou as dificuldades impostas na competição. “Não tive um bom início de campeonato. Com uma hora de prova no primeiro dia tive uma queda muito forte que me tirou da competição devido a fortes dores na lombar. Até ali estava muito bem e liderando a prova. Agora é recuperar e correr atrás do prejuízo nas próximas etapas”, analisou. Vídeos Resultados: Fonte: MotoX.com.br...
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