CAMPEONATOS
Resultados e vídeos da segunda etapa do Brasileiro de Velocross
Centenas de pilotos disputaram nos dias 5 e 6 a segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Velocross, prova realizada em conjunto com o estadual da modalidade em São Mateus do Sul (PR). Na VX1, principal categoria da competição, o líder da temporada Rafael Faria manteve a hegemonia com os irmãos Basso, Lucas e Mateus, subindo ao pódio em segundo e terceiro lugar, respectivamente. Faria também conquistou a vitória na VX2, onde Lucas Gadotti foi o segundo, seguido por Rodrigo Taborda e Jacson Keil, que além do quarto lugar nesta bateria, faturou também a vitória nas classes Força Livre Nacional e Nacional 230cc. Outros vencedores das corridas válidas pelo Brasileiro foram Fabiano Ribeiro (VX3), Márcio Lago (VX3 Nacional), Bráz Santos (VX4) e Elder Piroli (VX4 Nacional). Vídeos Resultados da segunda etapa do Brasileiro e primeira etapa do Paranaense de Velocross VX1 1. Rafael Faria 2. Lucas Basso 3. Mateus Basso VX2 1. Rafael Faria 2. Lucas Gadotti 3. Rodrigo Taborda VX3 1. Fabiano Ribeiro 2. Leandro Matos Lemos 3. Edinei Bueno VX3 Nacional 1. Marcio Lago 2. Alvaro Cesar de Campos 3. José Reinert VX4 1. Braz Santos 2. Fernando Sanches 3. Fabiano Ribeiro VX4 Nacional 1. Elder Piroli 2. Almir Iargas 3. Adir Langhammer VXF 1. Maiara Basso 2. Brunna Avila 3. Tatiane Lobchenko VXF Nacional 1. Ana Claudia Fietz 2. Gesibel Venancio 3. Flavia Watras 65cc 1. Ruan Ribeiro de Castro 2. Erik Caetano 3. João Vitor Figueiredo 85cc 1. Gabriel Manzatti 2. Matheus Gabriel da Silva 3. João Victor da Silva 230cc 1. Jacson Keil 2. Leandr Lemos 3. Eduardo Leobet FLN 1. Jacson Keil 2. João Antônio Vergutz 3. Marcos Dario Intermediaria 1. João Belino 2. Geovanni Begnini 3. Lucas Haiduk Intermediária Nacional 1. Alex Assmann 2. Fernando Henrique 3. Claudio Schek TRF 50 1. Luciano Gobor 2. Leandro da Silva 3. Bruno da Silva TRF100 1. Otávio Pedro da Silva 2. Mateus Bonetti 3. João Vitor de Lima Fonte: MotoX.com.br – Foto: Divulgação...
read moreResultados, fotos e vídeo do Campeonato Nacional de Enduro de Portugal
Com a participação de 221 pilotos, o IV Enduro Alegro de Castelo Branco deu início a temporada 2016 do Campeonato Nacional de Enduro de Portugal. O percurso da prova teve três especiais cronometradas definindo os destaques da competição: um Cross Teste, um Enduro Teste e um Extreme Teste. Três competidores foram os principais protagonistas na disputa pela vitória Geral. O espanhol Lourenzo Santolino superou os portugueses Joaquim Rodrigues e Luís Oliveira em uma disputa bastante equilibrada. O piloto da Sherco aproveitou os erros cometidos pelos pilotos da casa, pois tanto Rodrigues quanto Oliveira falharam na última passagem pelo Extreme. Além de faturar o primeiro lugar na Geral, Santolino venceu a Elite 2. Em ambas, Rodrigues foi o segundo colocado, com pouco mais de três segundos de desvantagem. Apesar de liderar a maior parte do dia e ver a vitória escapar no final, Rodrigues considerou o desfecho positivo. “Foi uma boa corrida e um bom início de campeonato para toda a equipa. Estivemos competitivos durante todo o dia e sempre na luta pela vitória. Foi uma boa disputa até o final e estou contente com o resultado”, analisou o piloto da KTM. Oliveira, defensor do título nesta temporada, ficou em terceiro no pódio Geral, mas ainda levou sua Yamaha ao topo da categoria Elite 1, em mais uma disputa bem nivelada. O campeão terminou o dia com apenas quatro segundos de vantagem sobre Fábio Pereira e sete sobre João Lourenço, respectivamente segundo e terceiro colocados. A próxima está prevista para o dia 26 de março em Vila de Rei. Video: Resultados Elite/Geral 1º Lourenzo Santolino – Sherco – 54m50s24 2º Joaquim Rodrigues – KTM – a 3s29 3º Luis Oliveira – Yamaha – a 10s86 4º Luis Correia – Beta – a 22s47 5º Diogo Ventura – Gas Gas – a 57s18 Elite 1 1º Luis Oliveira – Yamaha – 55m01s 2º Fábio Pereira – Yamaha – a 4s44 3º João Lourenço – Sherco – a 7s03 Elite 2 1º Lourenzo Santolino – Sherco – 54m50s24 2º Joaquim Rodrigues – KTM – a 3s29 3º Luis Correia – Beta – a 22s47 Open 1º João Vivas – Beta – 58m22s89 2º João Maria Hortega – KTM – a 2m26s 3º André Mouta – KTM – a 1m01s 4º Fernando Sousa Jr – KTM – a 1m02s 5º Sebastian Bulher – Yamaha – a 1m02s Verdes 1 1º João Nobre – Kawasaki – 46m10s 2º Diogo Marques – KTM – 2s59 3º Manuel Teixeira – KTM – a 8s55 Verdes 2 1º Manuel Moura – Yamaha – 46m05s 2º Márcio Antunes – Sherco – a 10s75 3º Luis Ferreira – Husaberg – a 16s21 Verdes 3 1º Filipe Conceição – KTM – 47m12s 2º Rui Almeida – KTM – a 12s07 3º Salvador Vargas – KTM – 25s32. Veteranos 1º António Oliveira – Yamaha – 46m05s Nuno Freitas – KTM – 1m09s 3º Albano Mouta – KTM – 1m49s Super Veteranos 1º Fernando Teixeira – KTM – 33m24s 2º Carlos Lopes – Yamaha – a 44s41 3º Luis – Beta – 51s89 Senhoras 1º Rita Vieira – Beta – 37m41s 2º Flávia Rolo – KTM – a 3m56s Sofia Porfírio – Husqvarna – 4m5s Enduro Cup 1º Nuno Barradas – AJP – 41m59s 2º João Pedro – Beta – 17m52s 3º...
read moreBrasileiro de Rally Baja – 1ª e 2ª etapas – Barretos – SP
Celebrando a 10ª edição, o Rally Barretos abriu no último fim de semana a temporada 2016 do Campeonato Brasileiro de Rally Baja. Os 93 veículos inscritos – divididos nas categorias motos, quadriciclos, UTVs e carros – enfrentaram mais de 150km em cada um dos dois dias de prova. O percurso alternou trechos secos e molhados, com poças d’água, lama, saltos e curvas característicos da região no interior do Estado de São Paulo. Nas motos as prova se mostrou bastante equilibrada. No sábado (5), Ramon Sacilotti forçou o ritmo e venceu com o tempo de 2h04min34s, com cerca de seis minutos de vantagem sobre Leonardo Uratani e Fabrício Bianchini, respectivamente. Com o trajeto semelhante no domingo, mas um bocado mais seco, os pilotos abusaram um pouco mais e os tempos baixaram, assim como a disputa ficou mais equilibrada com poucos segundos separando os primeiros colocados. Luiz Fernando Menuzzo encerrou o dia na frente com o tempo de 2h00min31s, enquanto Elias Campidideli Foly (2h00min36s) foi o segundo colocado e Leonardo Uratani (2h01min02s) o terceiro. Para Ramon Sacilotti, a quarta colocação no segundo dia foi o suficiente para sair campeão do Rally Barretos 2016. “Hoje (domingo) o terreno estava mais seco, gostoso de andar, tracionando muito bem. Apesar de algumas dificuldades que tive, completei o roteiro e conquistei o melhor tempo na Geral. É muito satisfatório começar o campeonato brasileiro com vitória”, celebrou o paulista. Nos quadriciclos, o evento marcou o retorno de Richard Amaral às competições, após um período em recuperação por conta de um acidente. O regresso foi bem-sucedido, com direito à vitória na categoria. “Estou muito feliz com esse resultado, pois no ano passado eu estava machucado. Como ontem (sábado) adquiri uma vantagem considerável para meu principal oponente, optei por ter cautela e não correr risco nesta fase final. Aliviei a mão”, revelou Amaral, que cumpriu as especiais da prova em 4h24min26. A segunda colocação geral ficou com Jeremy Dubois. A comemoração dupla de Maurício Neves foi outro destaque da competição. Há dez anos, o piloto foi o primeiro campeão da prova entre os carros e nesta edição faturou o título entre os UTVs. “Esse ano, em especial, além de completar dez anos da minha primeira vitória, tudo era novidade. Estreei nos UTVs e ontem ainda estava muito apreensivo, pois pela primeira vez competi sem navegador. Hoje já larguei mais confiante, com melhor conhecimento do veículo, e venci a etapa. Estou muito feliz por essa conquista, mostrou que eu e minha equipe temos capacidade para competir em outra categoria”, declarou Neves. Nos carros, Marcos Moraes e Fábio Pedroso sagraram-se tricampeões do Rally Barretos. O Brasileiro de Rally Baja volta a ação entre os dias 18 e 20 de março, no tradicional Rally da Ilha, em Ilha Comprida (SP), válido pela terceira e quarta etapas. Resultados Sábado – primeira etapa Motos 1. Ramon Sacilotti, 02h04min34s 2. Leonardo Uratani, 02h10min33s 3. Fabrício Bianchini, 02h10min35 4. Luiz Fernando Menuzzo, 02h10min50s 5. João Paulo Pires Martins, 2h17min29s Quadriciclos 1. Richard Amaral, 2h17min14s 2. Jeremy Dubois, 03h53min00s 3. Luiz Fernando Melo, 03h56min48 UTVs 1. André Hort, 02h08min16s 2. Dimas de Melo Pimenta III, 02h08min35s 3. Edson Turzino Nole, 02h08min47s 4. Erik Evandro Donatto, 02h09min26s 5. Diego de Azevedo Pizzo, 02h09min40s Domingo – segunda etapa Motos 1. Luiz Fernando Menuzzo, 02h00min31s 2. Elias Campideli Folly,...
read moreBrasileiro de Enduro FIM – 1ª etapa – Caxias do Sul – RS
Confirmando a alta competividade aguardada para a nova temporada, o Brasileiro Borilli de Enduro FIM 2016 começou intenso em Caxias do Sul (RS) no último fim de semana, dias 5 e 6. A preocupação em fazer um bom reconhecimento do terreno era prioridade antes de acelerar pelas trilhas gaúchas, tradicionalmente lisas e exigentes, por isso grande parte dos pilotos e principais equipes chegou na cidade com antecedência. A prova contou com quatro especiais bastante distintas: Extreme da Matinha, em um terreno bastante escorregadio em mata fechada; Enduro Teste das Parreiras, com trecho cronometrado mais longo e alguns pontos de lama; Cross Teste do Galioto, em uma pista de motocross; e Enduro Teste do Gringo, com trechos mais rápidos e abertos. Com cada giro percorrendo cerca de 45 quilômetros, no sábado, os pilotos enfrentaram quatro voltas, sendo a primeira apenas para reconhecimento do percurso. No domingo, novamente, foram três voltas cronometradas. O piloto local Gustavo Pellin, da equipe Sacramento Racing, faturou a geral no primeiro dia, seguido do americano Ian Blythe (Orange BH KTM) e do mineiro Rômulo Bottrel (Zanol Team Rinaldi ASW). Já no domingo, o jovem capixaba Bruno Crivilin (Orange BH KTM) se sobressaiu – depois de uma estreia mais discreta, na sexta posição – e venceu. Pellin teve mais um bom desempenho, conquistando o segundo lugar, novamente à frente de Blythe, que foi o terceiro. Na soma das duas etapas, a vitória ficou com Pellin, seguido por Blythe em segundo e Crivilin em terceiro. “Melhor impossível. Vencer em casa, ao lado da família e dos amigos, foi inesquecível”, disse o gaúcho. “Tive um ritmo forte na prova de sábado, aproveitei a vantagem de conhecer muito bem as trilhas da região. O domingo foi divertido e corri com tranquilidade, sem arriscar, mas mesmo assim mantive o ritmo e deu certo”, analisou o líder do campeonato. Na categoria E1, a disputa pelo pódio também foi acirrada e a primeira vitória do ano foi decidida pelo critério de desempate. Rigor Rico (3R Orange BH KTM) foi o segundo colocado no sábado e venceu no domingo, enquanto Rômulo Bottrel conquistou os resultados inversos e ambos contabilizaram 47 pontos. O melhor desempenho no segundo dia entregou a vitória à Rigor. “Uma prova para ficar na memória. Sábado comecei vencendo, estava muito bem na disputa e confiante. Na última volta torci o joelho que machuquei no ano passado, quase abandonei por conta das fortes dores, mas terminei o dia no sacrifício e para minha surpresa terminei em segundo. No domingo amanheci sem saber se ia largar, o joelho incomodava, mas larguei, aos poucos fui me soltando e no fim do dia Deus me abençoou com a vitória, que foi conquistada com muita garra e suor”, comentou Rigor. Mesmo com a vice-liderança da E1, Bottrel não ficou satisfeito. “A corrida não foi muito boa para mim no sábado. Senti bastante o tempo que fiquei fora das competições. Faltou um pouco de ritmo. No domingo acordei mais determinado a vencer, atacando desde cedo, fazendo bons resultados em algumas especiais. Mas, acabei levando um tombo em um trecho rápido e a moto ficou enroscada no cipó. Erro meu. Demorei muito tempo para tirar a moto o que acabou com minhas chances de vitória. Preciso tampar este buraco de falta de ritmo rápido. Nunca é bom começar...
read more9ª etapa – Daytona – FL
Daytona, Daytona…. Sempre traz provas interessantes. O evento mais diferente da temporada do Monster Energy AMA Supercross aconteceu no último sábado com sua pista longa e completamente distinta das demais do calendário. Vencer em Daytona tem um peso maior, embora isso não seja representado nos pontos. E é um evento à parte no campeonato, a organização é outra e inclusive o patrocinador principal da etapa muda. Sai a Monster Energy e entra a Honda. A pista manteve a tradição do evento com o piso arenoso e obstáculos não tão “certinhos” com a Dirt Wurx costuma fazer. O circuito na Flórida sempre tem um que de anarquia como se dissesse ao pilotos: “se vira aí, meu. É seu problema encontrar a sequência certa nos obstáculos”. Mas apesar de interessante, em minha opinião, a pista pecou num sentido esse ano. Praticamente não havia pontos de ultrapassagem e isso se refletiu nas finais. Antes de falar das corridas principais vale uma nota sobre James Stewart. O piloto da Yoshimura Suzuki prestou homenagem a Ryan Villopoto ao cair numa das classificatórias. Errou o encaixe numa das costelas e na tentativa de recuperar velocidade virou para trás batendo com força o quadril no chão. Para completar a motocicleta ainda caiu sobre sua perna. James abandonou a prova e ainda não está claro se o piloto corre no próximo final de semana em Toronto. Corridas Eli Tomac finalmente se encontrou e fez o holeshot na final com Ryan Dungey em segundo. Christophe Pourcel saiu em terceiro, mas num dos apertados “esses” do traçado caiu causando uma revolução no pelotão e fez com que os dois ponteiros escapassem imediatamente dos demais. Antes da metade da primeira volta Marvin Musquin já tinha o terceiro lugar e as posições do pódio não mudaram durante os 22 minutos restantes até a bandeirada. Ryan Dungey, que vem numa das mais impressionantes sequências de pódios da história, pressionou Tomac em alguns momentos, mas não tentou o ataque direto, mais esperou por um erro do piloto da Kawasaki. Tomac, porém, parecia se sentir em casa no circuito e fez uma prova perfeita até a bandeirada. Quem também fez uma prova boa foi Marvin Musquin. Apesar de aos poucos ir perdendo contato com a dupla na frente, mostrou que está amadurecendo na categoria principal e os bons resultados devem se tornar mais constantes. Foi o terceiro pódio de Musquin na temporada. Jason Anderson, que completou a primeira volta em quinto, chegou na quarta posição e Ken Roczen subiu, à duras penas, de décimo para quinto lugar. Notas Phill Nicoletti conseguiu dar três voltas na quarta posição antes de ser engolido pelos pilotos de fábrica. Foi caindo na classificação e ao final completou em 21º a duas voltas do líder. David Millsaps chegou a andar na quinta posição e caiu a duas voltas do fim quando era o sétimo colocado. Fraturou três costelas no acidente e deve ficar algumas semanas em repouso antes de voltar aos treinos. Na tabela de pontuação a situação melhorou para Ryan Dungey que mesmo sem a vitória abriu mais oito pontos sobre Roczen. A vantagem do piloto da KTM chega a 39 pontos. MX2 – Batalha duríssima pela vitória Lembram que eu disse no início que o circuito era difícil de ultrapassar? Pois bem, a corrida da 250 Leste teve uma interessantíssima disputa pela vitória e o principal ponto...
read moreMundial de SuperEnduro 2016 – 4ª etapa – Belo Horizonte – Brasil
O Mundial de SuperEnduro encerrou no Brasil, em grande estilo, no último sábado de fevereiro, dia 27, a fase sulamericana da competição. Depois de uma prova a céu aberto na Argentina, foi a vez do ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte (MG), ser palco da quarta etapa da temporada. Cerca de 8.500 pessoas acompanharam o evento assistindo um intenso duelo pela vitória em três baterias da categoria Prestige, a principal da competição. Com o hexacampeão Taddy Blazusiak fora da disputa devido a uma lesão, o campeonato consagrará um novo campeão e Cody Webb, Colton Haaker e Jonny Walker estão em uma briga ferrenha para ocupar o posto. Os três se destacaram na etapa brasileira, tanto que cada um faturou uma das baterias. Além dos obstáculos já bastante exigentes da modalidade, com muitos troncos, pneus e pedras desafiando os competidores, todos ainda tiveram que lidar com um piso extremamente liso. O terreno bem compactado e úmido da pista brasileira deu mais trabalho que a areia da etapa anterior, assim como das provas na Europa, onde os circuitos também ofereceram mais tração. Os pilotos precisaram liderar com isso e nenhum escapou de ao menos uma escorregada mais forte ao longo das corridas, incluíndo aí o trio que ocupou o pódio do evento. Estava fácil cometer erros e isto ficou claro ao longo das provas vvvvvvvvvvvvvv A noite começou bem para o líder da temporada, com Walker registrando a Superpole. Mas, quando o gate caiu para a primeira bateria, ele viu Webb e Haaker também muito fortes na briga pelo primeiro lugar. Webb, apesar de levar um tombaço ao errar o encaixe em uma sequência de troncos (veja no vídeo com os melhores momentos), acabou com a primeira posição 10 segundos a frente de Haaker. Para Walker restou o terceiro lugar, distante dos dois, com Mario Roman e Alfredo Gomez nas posições seguintes. Na segunda corrida, Webb começou em ritmo acelerado, mais uma vez na frente, mas aos poucos as coisas foram se complicando para o americano. Primeiro ele foi atingido por Taylor Robert e os dois foram ao chão, depois se atrapalhou sozinho no Matrix (série de troncos em sequência) onde caiu por duas vezes, na segunda dando espaço para Haaker assumir a liderança. O problema é que Haaker não conseguiu segurar a pressão de Walker já no finalzinho da prova, também caiu e o britânico faturou a bateria seguido por Webb. Hakker ainda conseguiu o terceiro lugar. Taylor Robert foi o quarto e Alfredo Gomez o quinto novamente. A terceira e decisiva prova também foi movimentada. Webb partiu na primeira posição seguido por, adivinhem, Haaker e Walker, é claro! Bastou um vacilo do líder na seção de pedras e os dois passaram. Haaker desta vez parecia mais à vontade no circuito e o reflexo foi uma prova sólida concluída com a vitória. Walker mantinha o segundo lugar um pouco mais atrás e tinha tudo para faturar a vitória geral do GP Brasil até que, na última curva, acabou surpreendido. O britânico pegou uma linha mais aberta nas pedras e Webb viu alí a chance de virar o jogo, acelerou forte e conseguiu jogar por dentro na curva final, conseguindo a ultrapassagem! “Estou feliz de voltar ao lugar mais alto do pódio. A vitória do GP foi decidida na última curva, quando...
read more2ª etapa – Suphan Buri – Tailândia
O calor marcou a segunda etapa do Mundial de Motocross 2016, disputada no circuito de Suphan Buri, Tailândia. Isso já era esperado. Ano passado, o GP da Tailândia – em Nackonchaisri – também causou exaustão em muitos pilotos. Alguns chegaram a apagar no final da primeira bateria e foram proibidos pela equipe médica de alinharem na segunda prova. Esse ano, me parece, casos extremos assim não aconteceram, os pilotos se prepararam melhor para o clima local, mas ainda assim temperatura e umidade foram fatores importantes. O terceiro circuito em três anos – em 2014 o GP foi em Si Racha – não esteve livre de críticas. Construido em local plano e “no meio do nada” não agradou, tanto pela preparação insuficiente da pista como pela infra-estrutura precária. Ben Townley usou a coletiva de imprensa de sábado para expor sua opinião: “O Catar e aqui não são exatamente pontos altos do nosso esporte. Nós somos o MXGP, os melhores pilotos do mundo, e esses caras não podem sentar aqui e dizer com sinceridade que é um lugar incrível para correr de motocicleta. Tentei levar um GP à Nova Zelândia, vocês teriam o melhor evento de todo o calendário se fossem à Nova Zelândia. É um choque cultural estar aqui nessas condições. Isso, em minha opinião, não é bom o suficiente para o esporte. Nos falam para não colocar o esporte em descrédito, mas esse é o melhor campeonato do mundo. Acho que merece coisa melhor.” Giuseppe Luongo, obviamente, não ficou nada satisfeito com a opinião do piloto: “Estou muito desapontado. Não é maneira de um piloto profissional falar numa coletiva de imprensa. Nunca digo nada quando um piloto termina em 15º porque não é rápido o bastante. As pessoas aqui empreenderam um grande esforço para construir a pista, Os pilotos sabem que é muito quente, eles têm que se preparar. Estou muito, muito, desapontado e já falei com a Suzuki sobre isso. Se Ben Townley quiser mudar eu o contrato para construir as pistas para nós”. Bom, não é segredo para ninguém que a qualidade das pistas não é exatamente a prioridade principal nas escolhas das sedes dos GPs na era Luongo. O mundial passa por pistas boas, algumas fantásticas – o GP da Argentina em 2015 foi uma grata surpresa – e outras terríveis. Catar e Tailândia se encaixam nessa última categoria. Bom, após toda a polêmica, Luongo fez outra coletiva no sábado para anunciar a volta da Indonésia ao calendário em 2017, após 20 anos. O Mundial passou pelo país em quatro oportunidades, a última delas em 1997 em Bandung. Corridas Polêmicas e dilemas a parte, a primeira bateria da classe principal foi muito interessante. O japonês Kei Yamamoto fez o holeshot, mas abriu muito na curva e as quatro primeiras posições foram logo ocupadas pelos campeões mundiais atualmente em atividade. Antonio Cairoli na liderança seguido por Ben Townley, Tim Gajser e Romain Febvre. Os quatro ponteiros imprimiram um ritmo forte se distanciando aos poucos de Evgeny Bobryshev. Na segunda volta Townley cometeu um pequeno erro e caiu para a quarta posição, mas continuou junto ao grupo. Febvre ultrapassou Gajser na terceira volta e passou a cassar Cairoli. O pelotão permaneceu compacto até a nona volta quando o neozelandês caiu, entortou toda a sua Suzuki que também teve um radiador furado, o...
read moreGaúcho de Motocross – 1ª etapa – Ibirubá – RS
O Gaúcho de Motocross 2016 largou neste fim de semana, dias 27 e 28, em Ibirubá, com pilotos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Uruguai na briga pelas primeiras vitórias e pontos da temporada. No domingo, as classes MX Pró e MX2 mostraram com ótimas disputas porque são as mais esperadas pelo público. Os irmãos Mateus e Lucas Basso valorizaram a corrida chegando lado a lado ao final da MX Pró. Atual campeão da categoria, Mateus assumiu a liderança na largada e comemorou a vitória de ponta a ponta, sempre com Lucas como principal oponente. Sem erros e com ritmo muito forte, os irmãos não deixaram brechas para ameaças. Sem conseguir se aproximar dos líderes, José Felipe Mombach fechou a prova em terceiro. Na MX2, José Felipe Mombach roubou a atenção ao assumir a ponta na largada e manter a liderança nas primeiras voltas, porém a experiência de Mateus Basso falou mais alto e ele passou ao comando da corrida. Mas a vitória ainda não estava definida, Brayan Soares se aproximou e investiu, empurrando Basso para a segunda posição. Leonardo Lizott foi o terceiro depois de uma briga intensa com o defensor do título, Gustavo Roratto, que terminou em quarto. A primeira vitória foi para as mãos do uruguaio Pablo Florin, que depois de muita briga contra Walter Tardim, assumiu a ponta e faturou a MX3. A dupla repetiu o duelo na MX4, entretanto uma queda do uruguaio na quinta volta deixou o caminho mais fácil para o triunfo de Tardim. Florin ainda foi o terceiro, logo atrás de Leandro Schwindt. A Intermediária MX1 foi uma verdadeira prova de recuperação, daquelas com roteiro movimentado, para Fabiano dos Santos. Ele largou nas últimas posições e sofreu uma queda quando se aproximava dos líderes, ainda assim fechou a prova na segunda colocação. A vitórica ficou com Leandro Schwindt, que superou Júlio Flach, nas primeiras voltas para conquistar o primeiro lugar. Disputada palmo a palmo, assim foi a corrida da classe Intermediária MX2. Victor Fontana e Vanderlei da Silva andaram praticamente lado a lado durante toda a prova. No fim quem levou a melhor foi Vanderlei. Leonardo Tenedini completou o top 3. Com uma largada espetacular Pedro Magero assumiu a ponta da Júnior, seguido de Gabriel Andrigo e Bruno Schimtz logo atrás. Na primeira volta, após as quedas de Pedro e Gabriel, Bruno, atual campeão, assumiu a liderança e saiu na frente na defesa do título. Pedro e Gabriel fecharam a prova respectivamente na segunda e terceira colocações. Na 65cc, Garmichel Giehl, dono do melhor tempo nos cronometrados, não teve muita sorte. Depois de sair na frente, ele sofreu uma queda e deixou o caminho livre para Henrique Henicka vencer a prova. O sábado, primeiro dia do evento, também foi agitado, com a disputa de três provas: Novatos Importadas, com Jordan Martini na primeira colocação; 50cc que teve as vitórias de Rafael Becker na divisão B e de Matheus Kappel na A; e Nacional Força Livre, com triunfo do catarinense Cássio Anacleto. O campeonato Gaúcho de Motocross volta às pistas nos dias 2 e 3 de abril em Fagundes Varela. Resultados Novatos Importadas 1. Jordan Martini – Santa Maria 2. Lucas Dallasta – Sertão 3. Roberto Weber – Ijuí 4. Leandro Fole – Montauri 5. Amancio Galeazzi – S. Luiz...
read moreMundial de Motocross 2016 chega à Tailândia para segunda etapa, neste fim de semana
Neste fim de semana, 5 e 6 de março, acontece a segunda rodada do Mundial de Motocross 2016, em Suphan Buri, Tailândia. A pista fica cerca de seis horas de Bangkok, capital do país, e é totalmente nova no circuito. A equipe responsável pela construção do traçado afirmou que este ano será totalmente diferente do que foi apresentado em solo tailandês na temporada 2015, com menos saltos e mais rápida. Certamente, o grande adversário nesta segunda rodada será o calor, a previsão é de 38 a 40 graus, exigindo muito do preparo físico dos atletas. No início da temporada, os ânimos estão sempre à flor da pele para os pilotos, e os mecânicos e equipe trabalham duro em busca do melhor ajuste das motocicletas. Em meio a esse clima conturbado, semana passada, a abertura do campeonato revelou algumas surpresas, como Tim Gajser na MXGP. Oque foi campeão mundial da MX2 na temporada anterior demonstrou confiança no Catar, e isso refletiu em sua corrida. Com voltas rápidas e consistentes, ele dominou as duas baterias em sua estreia na categoria. O atual campeão da MXGP, Romain Febvre, da Yamaha, subiu ao pódio nos últimos três anos na Tailândia. Venceu dois anos consecutivos na MX2, masnão ganhou em sua estreia na MXGP na temporada passada. Sua regularidade somada à força mental dele, o torna uma aposta sólida para a vitória. Evgeny Bobrishev, da HRC, será um dos que mais sentirá a diferença climática, tendo em vista que na Rússia a temperatura é baixíssima. A Honda não tem o melhor dos históricos na Tailândia, mas após um inverno intenso de preparação e o grande começo que obtiveram no Catar, pode ser o suficiente para fazer diferença em seus resultados. Para Jeremy Van Horebeek, da Yamaha, o pódio de 2014 na Tailândia foi o início de uma sucessão de bons resultados. O belga conquistou outros dez pódios consecutivos depois do GP tailandês daquele ano. Certamente, ele irá querer repetir esse feito em 2016. Para o piloto KTM, Antonio Cairoli, a Tailândia sempre foi sinônimo de pódio. Nunca o italiano ficou fora dele neste país. Porém, já faz 11 etapas que o italiano não tem o gostinho de estar entre os três melhores de uma rodada de Mundial. Sua última aparição no pódio foi no GP da França, em 2015. O calor pode ser um ponto a favor da lenda italiana nessa rodada, devido sua vasta experiência. MXGP top 10 na classificação do campeonato 1. Tim Gajser – Eslovênia – 50 pontos 2. Romain Febvre – França – 42 3. Evgeny Bobryshev – Rússia – 42 4. Jeremy Van Horebeek – Bélgica – 34 5. Antonio Cairoli – Itália – 33 6. Shaun Simpson – Inglaterra – 30 7. Tommy Searle – Inglaterra – 25 8. Kevin Strijbos – Bélgica – 25 9. Glenn Coldenhoff – Holanda – 25 10. Maximilian Nagl – Alemanha – 24 MX2: quem pode deter Herlings? As provas em território asiático têm sido boas para Jeffrey Herlings, que domina a classe MX2 há quatro anos (apesar de as lesões lhe tirarem dois títulos quase certos) . O único piloto que conseguiu igualar sua velocidade no Catar foi Dylan Ferrandis, porém, no fim da primeira bateria o holandês conseguiu superá-lo e, certamente, Herlings estará ainda mais determinado na Tailândia. Para Ferrandis,...
read moreNight of The Jumps – Mundial FMX- 3ª e 4ª etapas – Berlim
Dez pilotos da elite mundial do freestyle motocross aceitaram o desafio do Night Of The Jumps nos dias 26 e 27 de fevereiro. A capital alemã Berlim recebeu a terceira e a quarta etapas da competição, válida pelo Mundial de Freestyle, realizadas na Arena Mercedez Benz. Terceira etapa Na sexta-feira, as classificatórias já revelaram os favoritos da noite: Remi Bizouard não escondeu sua autoridade na modalidade e já começou a noite com um Egg Roll, além da pontuação mais alta da bateria. Por sua vez, Maikel Melero também lançou mão de uma volta sem erros e um California Roll que deixou os fãs sem fôlego. Mesmo abaixo do seu desempenho comum, David Rinaldo foi para a final com a terceira posição. Completaram o pelotão, Rob Adelberg, Petr Pilat e Pat Bowden. O australiano Bowden abriu a final e surpreendeu a muitos realizando pela primeira vez em uma prova um California Roll, mas sem algumas manobras obrigatórias no currículo, o novato ficou com a sexta posição. Petr Pilat também espantou os juízes com um Steriliser Landing e pontuou o suficiente para o quinto lugar. Entre os experientes Melero, Bizouard, Rob Adelberg e Rinaldo a disputa ficou mais equilibrada na briga por um lugar no pódio. Rinaldo abriu sua volta com um Rock Solid Backflip, seguido de uma variação do California Roll – porém alguns erros empurraram o francês para o quarto posto, com 426 pontos. Rob Adelberg faturou 430 pontos, depois de encerrar com uma aterrisagem sem mãos, e foi terceiro. Então foi a vez de Melero na pista: o espanhol aproveitou todo o potencial do circuito. Iniciou com um Egg Roll, seguido de Double Heart Attack Backflip para depois encerrar com um Nac Nac Flair. A vitória do espanhol dependia apenas do desempenho de Remi Bizouard. O francês não economizou esforço com manobras como Cliffhanger, Shaolin Flip e Volt. Mas a decisão dos juízes deixou o topo do pódio com Melero. É a sétima vitória consecutiva do piloto na competição, superando o recorde de Josh Sheehan. Quarta etapa O sábado foi mais uma chance para Melero expandir o recorde. Entretanto, o espanhol começou a noite, de forma atrapalhada, classificando-se com a quinta posição – à frente de Petr Pilat – depois de uma má execução de um Flip-Deadsailor. A surpresa ficou por conta de Luc Ackermann, de apenas 18 anos, presenteando os alemães com uma vaga na final. De praxe, David Rinaldo e Rob Adelberg avançaram para a final, enquanto Remi Bizouard levou a vitória das classificatórias. Na final, Pilat tentou conquistar a atenção dos juízes com combos de backflips e funcionou, mas por pouco tempo…Logo foi a vez de Maikel Melero. Se recuperando da má classificação e com desempenho impecável, o espanhol mandou manobras como Egg Roll, Double Grab Flip e Nac-Nac Flair. Resultado: 463 pontos e poucos concorrentes para superá-lo. Luc Ackermann fez uma apresentação de gente grande, com um Flair, 360 e um Surfer Tsunami Flip – se não fosse por Adelberg, o alemão ficaria com o terceiro lugar no pódio. No fim da noite, nem David Rinaldo, nem Remi Bizouard conseguiram superar Melero. Rinaldo começou bem, mas novamente pequenos erros lhe custaram pontos, empurrando o francês para a quinta posição – à frente de Pilat, enquanto Bizouard apostou em manobras em que se sai bem...
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